destinata a ricevere la spoglia mortale de Re CARLO ALBERTO. Tratti dal vero dal pittore ENRICO GONIN Aggregato a quella Speditione in qualitá di disegnatore ED ILLUSTRATI DA APPOSITE DESCRIZIONI e da cenni storici topografici sulla Città di Oporto DI Gpe. ARNAUD. TORINO [TURIM] Litografia Flli. Doyen e Cia. 1851.
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In folio (39,5x29 cm) com 24 págs.
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Encadernação da época com lombada em pele com o título gravado na pasta anterior.
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Obra ilustrada com 12 litografias, um frontispício alegórico colorido, um retrato de rei Carlos Alberto de Itália intitulado: "Carlo Alberto il Magnanimo" e 10 litografias a sépia desenhadas e abertas por Enrico Gonin (Turim, 1798- 1856), com impressão monocromática em sépia por Doyen & Cª, Turim. As ilustrações apresentam esplêndidas vistas gerais da cidade do Porto, a residência de Carlos Alberto e algumas cenas do seu funeral. O texto apresenta 24 páginas numeradas dentro de uma moldura tipográfica com filetes e frisos de canto.
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Trata-se da única edição da obra, muito rara, deste magnífico trabalho celebrando a figura de Carlo sAlberto, dos seus últimos anos de vida em Portugal e da expedição chefiada por Eugenio di Savoia Carignano, responsável por transportar os seus restos mortais do Porto para Turim.
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Carlos Alberto (Turim, 1798 – Porto, 1849), foi o Rei da Sardenha de 1831 até sua abdicação em 1849, após a derrota na Batalha de Novara contra o Império Austríaco. Era filho de Carlos Emanuel, Príncipe de Carignano, e sua esposa a princesa Maria Cristina da Saxônia, ascendendo ao trono após a abdicação de seu primo o rei Carlos Félix.
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Na cidade do Porto existe uma capela nos jardins do antigo Palácio de Cristal que o homenageia, assim como o seu nome dado à Praça de Carlos Alberto, no centro mesma cidade. Ao chegar à cidade do Porto, o monarca destronado hospedou-se na Hospedaria do Peixe, a funcionar no majestoso Palácio dos Viscondes de Balsemão na então Praça dos Ferradores, hoje dita Praça Carlos Alberto. Mais tarde (e até ao seu falecimento) mudou-se para a Quinta da Macieirinha, na qual funciona o Solar do Vinho do Porto e o Museu Romântico. O seu corpo foi transladado para o Panteão dos Sabóia, em Itália, sendo esta obra o seu in memoriam impresso na época.
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Duarte de Sousa, II, 306.