Drama Lyrico, em quatro partes e prologo. Extrahido do poema do Visconde d’Almeida Garrett. Libreto de Cesar Fereal. Musica de Alfredo Keil. 1.ª Edição. Typographia Castro Irmão. Lisboa. 1888.
De 17,5x11 cm. Com 127 págs. Encadernação em percalina. Exemplar preserva as capas de brochura, com etiqueta de Paulino Ferreira, Encadernador no interior da encadernação.
Libreto da ópera de Alfredo Keil, com o texto em italiano e a respetiva tradução em português.
Dona Branca, um poema lírico-narrativo de Almeida Garrett, escrito durante o seu primeiro exílio em 1826, relata a lenda da infeliz paixão entre a infanta D. Branca e o rei mouro Aben-Afan, ambientada na conquista do Algarve. Garrett busca exaltar o «maravilhoso» popular nacional, rejeitando a mitologia greco-latina em prol da história nacional. A peça aborda temas como amor, traição e justiça, e é considerada um marco do romantismo na literatura portuguesa do século XIX.