Professor do Seminario Diocesano d’Angra do Heroismo, fez ao discurso intitulado «A Vida», pronunciado no Lyceu Nacional d’Angra do Heroismo pelo seu reitor e professor. [Por] Dr. José Augusto Nogueira Sampaio. Angra do Heroismo. Imprensa Municipal. 1894.
De 22x15,5 cm. Com [viii], 115, [iii] págs. Encadernação inteira em pele, com esquadria e ferros a ouro decorados.
Exemplar com pequeno desgaste na encadernação.
Resposta de José Augusto Nogueira Sampaio à refutação do cónego António Maria Ferreira ao seu discurso «A Vida», proferido no sarau literário do Liceu Nacional de Angra do Heroísmo em 1890. O autor defende o seu crédito pessoal e a sua actuação como reitor e director de ensino secundário.
José Augusto Nogueira Sampaio (Angra, 1827- Angra do Heroísmo, 1900). Nascido no seio de uma família privilegiada e influente, o pai foi participante activo nos eventos que se seguiram à revolta liberal de Angra de 22 de junho de 1828, sendo depois cirurgião do Batalhão de Caçadores n.º 5 durante a Guerra Civil. Apesar do pai ter continuado o seu percurso militar integrando o Exército Libertador, a família permaneceu em Angra, onde o jovem José Augusto foi discípulo do padre Jerónimo Emiliano de Andrade e do deão Narciso António da Fonseca durante os estudos secundários.
António Maria Ferreira foi Administrador Diocesano, conhecido como governador do bispado ou vigário capitular no conturbado tempo da I República Durante 1910 á 1915.