Casos de Reis e Memórias de Freiras. Por… Livraria Ferreira. Lisboa. 1889.
De 19,5x14,5 cm. Com 312 págs. Encadernação da época de Frederico de Almeida com lombada em pele, com nervos e ferros a ouro. Pastas revestidas em papel marmoreado, corte das folhas carminado à cabeça e folhas de guarda em papel decorativo. Preserva as capas de brochura.
Ilustrado em extratexto com 1 planta desdobrável do Mosteiro de Odivelas, fotografias a preto e branco legendada «Claustro da Moira» protegida por folha de papel manteiga, fac-simile da assinatura da Madre Paula, reprodução da lápide Sepulcral de D. Orraca Pais, e uma fotografia a preto e branco do Túmulo de D. Maria Affonso protegida por folha de papel vegetal. Ornamendado com capítulares e cabeções com motivos vegetalistas e alguns florões de remate.
Exemplar com desgastes na lombada e nas maregens das pastas, etiqueta do encadernador no verso da folha de guarda anterior, manchas de oxidação e humidade nas folhas, rasgos em algumas folhas.
Contém um prefácio nas páginas preliminares. A obra teve uma única edição. Existem exemplares registrados na Porbase. Conheceu várias reimpressões fac-similadas, em 2010, 2012 e 2018, que reproduzem essencialmente a edição original, sem constituírem novas edições revistas ou críticas.
António Cardoso Borges de Figueiredo (Castanheira, Fajão, 1792 — ?, 1878) foi presbítero secular e Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição, professor de Oratória, poética e literatura clássica no Liceu Nacional de Coimbra e Sócio Honorário do Instituto de Coimbra. É também autor das seguintes obras: Lugares selectos dos clássicos portugueses nos principais géneros de discurso prosaico: para uso das escolas. Coimbra, na Imprensa da Universidade, 1845; Bosquejo histórico de Literatura clássica grega, latina e portuguesa para uso das escolas. Segunda edição correcta e aumentada. Coimbra, na Imprensa da Universidade, 1846; Instruções elementares de Retórica para uso das escolas, por ele mesmo traduzidas da segunda edição latina reformada. Coimbra, na Imprensa da Universidade, 1849.
Ref.:
Inocêncio I, 104; VIII, 109; XX, 189; XXII, 217-220