Manuscrito do século XVII, publicado (agora a primeira vez) com apenso às Memorias de Mondim da Beira de J. Leite de Vasconcellos. História - Ciência - Arte, IV. Colecção de Estudos publicados pela Imprensa Nacional de Lisboa. Imprensa Nacional de Lisboa. 1934.
De 23x17 cm. Com xxxvi, 204, [i] págs. Brochado. Ilustrado no texto com gravuras a preto e branco. Exemplar com restauros amadores a fita-cola na lombada, ligeiras manchas de humidade, carimbo oleografico de posse nas folhas preliminares e tem junto recorte de jornal do Correio da Manhã, de 22/04/01, com artigo intitulado Convento de Salzedas com Derrocada à Vista por Luís Oliveira.
Encontra-se estruturada da seguinte forma: As páginas em numeração romana com introdução, que incluem texto do Livro da Fundação do Mosteiro de Salzedas e suas tavoadas ou indices e estudos sobre o manuscrito; Parte I e II; Tavoadas; Subscrição do copista do sec. XVII; Apêndice com as Memórias de Mondim da Beira de J. Leite Vasconcelos.
Mosteiro masculino da Ordem de Cister, a sua construção iniciou-se em 1168. Com a sua fundação intimamente ligada à figura de Teresa Afonso, esposa de Egas Moniz, o complexo monástico foi largamente ampliado no século XVII e XVIII, destacando-se um novo e monumental claustro no século XVIII, com traço do arquiteto maltês Carlos Gimach.
Frei Baltazar dos Reis, cronista cisterciense do século XVII, legou-nos uma série de apontamentos, com base em recolhas documentais, sobre a história da comunidade de Salzedas, no concelho de Tarouca.