Imprensa da Universidade. Coimbra. 1923.
De 20x13,5 cm. Com 545 págs. Encadernação com lombada e cantos em pele, nervos e ferros a ouro na lombada e corte das folhas carminado à cabeça. Folhas de guarda decorativas e preserva as capas de brochura.
A data impressa na capa de brochura é a de 1925. Primeiro e único volume publicado.
Exemplar com desgaste nas margens das pastas.
Durante o governo de Bernardino Machado (Rio de Janeiro, 1851 – Santo Ildefonso, Porto, 1944), em 21 de maio de 1921, dá-se uma sublevação da GNR promovida por setores afetos a Liberato Pinto. Entre os chefes da sublevação, o capitão Gilberto Mota, o capitão-tenente Procópio de Freitas e o capitão Tribolet, com o apoio de Machado Santos.
Os golpistas movimentam-se suspeitando da hipótese de se preparar a subida de Bernardino à presidência da República e de Álvaro de Castro a primeiro-ministro. Jugulada a revolta através de um contragolpe vitorioso chefiado por Júlio Martins, com o apoio da marinha. Gomes da Costa vai então demitir-se da Federação Nacional Republicana. Apesar de vencida a movimentação, o governo pede a demissão no dia 23.