Tribuna da História - Edição de Livros e Revistas. Lisboa. 2007.
De 24,5x17,5 cm. Com 518 págs. Encadernação do editor. Ilustrado em extratexto sobre 12 páginas, com fotografias, mapas, pinturas, gravuras e plantas arquitectónicas a cores e a preto e branco.
Da sinopse da pasta posterior:
«Mazagão, uma imponente fortaleza no litoral atlântico de Marrosos, encontra-se a 420 km da ponta de Sagres. Com a designação de 'cité portugaise', obteve recentemente a classificação pela UNESCO de Património da Humanidade. Foi a mais lusa das praças que Portugal possuiu em território marroquino. Construída de raiz pelos Portugueses, foi aquela onde eles por mais tempo permaneceram: cerca de 255 anos. Sentinela e guardiã da rota da Índia, o seu quotidiano consistiu numa quixotesca guerra de fronteira, vivendo a população praticamente enclausurada nas suas muralhas. Incrustada em território distante do Reino, mas dependendo dele para a sua subsistência, tinha poucas relações com o território marroquino vizinho. A cidade-fortaleza foi abandonada por Portugal, em 1769, numa alteração profunda de estratégia do governo do Marquês de pombal, tendo a sua população sido transferida para o Brasil onde fundou Nova Mazagão.»
Augusto Martins Ferreira do Amaral (Lisboa, 1942) é um advogado, genealogista e político português, que usa o título de 3.º Barão de Oliveira Lima.