Ministério da Cultura. Teatro Nacional de São Carlos. Editorial Caminho. Lisboa. 2007.
De 24x17 cm. Com 475, [ii] págs. Brochado. Ilustrado no texto com duas fotografias a preto e branco, em página inteira, de Luís de Freitas Branco, e em extratexto com partituras musicais, fotografias, pinturas, reproduções de documentos e frontispícios de jornais da época a preto e branco, sobre papel couché.
Da badana da capa anterior, 'LUÍS DE FREITAS BRANCO (1890-1955) domina o século XX musical português com a estatura de um colosso. A sua criação poderosa e multiforme colocou-nos em sintonia com a Europa e estabeleceu um novo patamar de excelência em praticamente todos os géneros musicais. Compositor de rara precocidade, Luís de Freitas Branco escreveu a sinfonia dramática Manfred aos quinze anos. Em 1910 lançou a grande pedrada no charco com o poema sinfónico Paraísos Artificiais, marco da introdução do modernismo em Portugal. Legou às gerações futuras um sem número de partituras imorredoiras, do poema sinfónico Vathek ás Quatro Sinfonias, do Concerto para Violino aos Madrigais Camonianos. Este livro convida a uma viagem quase labiríntica à descoberta de um dos maiores vultos da Cultura Portuguesa. É também uma obra de consulta obrigatória para todos aqueles, leigos ou especialistas, que desejem melhor conhecer a música de Luís de Freitas Branco...'