Traducção de Guimarães Fonseca. Bibliotheca dos Dois Mundos. Escriptorio da Empresa. Lisboa. 1875. 1877.
8 Volumes encadernados em 4 de 22,5x15,5 cm. Com 248; 263, [i]; 294; 149, [iii]; 138, [iv]; 162, [ii]; 141, [iii]; 113, [iii]; 121, [iii]; 123, [i]; 149, [iii]; 181, [iii] págs. Encadernações com lombada em pele, com ferros a ouro e pastas com papel decorativo.
Exemplar do número 2 com a cabeça da lombada danificada, e com algumas pequenas perdas de pele superficiais em alguns volumes.
Contém as seguintes ordens publicadas sob título geral Os Dramas do Novo Mundo: Volume I - Os caçadores do Arkansas; Volume II - Os francos-Atiradores; O Grande Chefe dos Aucas; O farejador de pistas; Os Piratas das planicies; A Lei de Lynch - Traducção de Correia Leite; Os Flibusteiros - Versão de Ludgero Vianna; A febre d"ouro - Versão de Correia Leite; Valentim Guillois - Versão de Correia Leite; Os Outlaws do Missuri - Versão de Correia Leite; Bala-Franca - Traducção de Ludgero Vianna; O Explorador - Versão de Francisco Luiz Coutinho de Miranda;
Gustave Aimard é pseudónimo de Olivier Gloux, (Paris, 1818 — Paris, 1883) foi um romancista francês, filho de François Sébastiani de la Porta (1775-1851) general do exército de Napoleão e um dos embaixadores do governo de Louis Philipp. Por volta de 1838, serviu por pouco tempo a Marinha Francesa, depois de mais uma estadia na América (onde, segundo ele, foi adotado por uma tribo Comanche), e retornou a Paris em 1847. Em 1879, visitou o Rio de Janeiro, onde foi recebido pelo imperador Dom Pedro II do Brasil e celebrado pela comunidade literária.